(Reminiscências etílicas).
Dançar é fácil. Um pé depois o outro. Joelhos dobrando. Quadris. Pronto.
Dançar junto já é mais complicado. Porque tem as mãos e tem a tal da sincronia.
- Dança comigo?
- Claro.
Pra começar, só a direita. Braços firmes. E segue a música. Giros comedidos primeiro. E vai...
- Já sabe dançar?
- Mais ou menos...
(Sabe, sim) Aí fica mais fácil. Aí pode vir até o tal do entrosamento. Que é quando a sincronia não precisa mais ser medida ou combinada.
Os giros ficam naturais. Mais bonitos de se ver. Mais ousados.
- Vamos arriscar um novo...
- Como assim?!...
...Já foi. E deu certo. Entrosamento.
No fim, dançar é fácil. Aproximadamente três minutos de mãos dadas. Exceto nas manobras, quando as mãos se soltam. Tudo bem, basta pegar de novo.
- Cadê?
Disfarça e continua. Ainda tem dois minutos pra achar as mãos delas de novo antes que a música acabe. Até lá, você agacha e fica no chão. E ela, girando.
Pronto. Volta à base e prepara o novo giro.
No fim, as vezes em que as mãos se escapam são compensadas quando as delas pousam nos seus ombros, ou as suas na cintura dela. E vai...
Um minuto para acabar a música. Já tem próximo. Aproveita. Olha pra ela... Pronto! Lá se foram as mãos de novo. Tudo bem. Ela está sorrindo. Continue dançando.
O abraço final... Voilà. Ficou excelente. Bonito de se ver. (Entrosamento).
- Valeu.
O problema é o fim. Três minutos são suficientes para pensar no que dizer? Bom, do jeito que as idéias ficam dançando, nem três dias seriam suficientes.
Vocês não estão dançando agora. Não há nem música. (Ou há?). Mas você diz o que vem.
- Então...
- Então...
Então desta vez ela te dá um giro, e as mãos escapam (com todo o resto) pra valer. Mas mesmo assim é bom.
Porque você, que a essa altura já dançou (em todos os sentidos), sabe (ou espera) que pra ficar legal – entrosado, bonito de se ver – o giro final deve acabar no abraço. Até lá, você fica no chão. E ela, girando.
Dançar é fácil. Dançar junto já é mais complicado...
Ass.: O Especulador
domingo, 21 de setembro de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
Que Ponto G, que nada!
Esta postagem foi incentivada por uma recente discussão acerca de denominações de zonas erógenas, uma confusão responsável por problemas que vão desde o divórcio até o pagamento de 15 polichinelos entre os casais.Muitos já leram a matéria abaixo - ou em comunidades do orkut, ou nos diversos meios em que foi divulgada (revistas, jornais, TV) - mas informação nunca é demais. Ainda mais quando pode nos elucidar sobre um ponto tão polêmico. Neste caso "ponto" é a palavra certa, inclusive.Espero que apreciem. Afinal, em se tratando de um ponto tão difícil de ser encontrado, é importante sabermos o nome correto. (Vai que, chamando, ele aparece, quem sabe...)
Segue:
Para o professor e pesquisador em termos bíblico-sexuais da universidade de Iowa, Johnathan Klint Thoris, na verdade, há uma confusão ortográfica histórica - como a que há entre "viagem" e "viajem"; "berinjela" e "beringela"; etc. Uma confusão mesopotâmica, da mesma época em que transliteraram a bíblia - que também é cheia de polêmicas nesse sentido.
Segundo Klint Thoris, o verdadeiro nome é "Ponto J", tese que pode ser sustentada por duas hipóteses prováveis.
A primeira tem origem no folclore do Zimbábue, e refere-se meramente ao movimento executado pelas mãos dos homens procurando a tal região: uma busca que parte do umbigo da mulher e desce - acompanhando a fisionomia - até terminar em uma curva, o que lembra o desenho de uma letra "J".
(Mas outra versão deste folclore diz que Quentilambi, o deus-criador zimbabuano, ao modelar a fisionomia feminina fez o mesmo movimento com as mãos e, no final - bem onde ele teria colocado o tal ponto - disse: "Jóia!"... ou "Já é!", dependendo do dialeto.)
A segunda tese - esta mais aceita entre os acadêmicos - diz tratar-se de uma referência hebraica antiga ao ponto que, quando tocado, leva a mulher ao mais próximo do paraíso - às vezes tão próximo, que lhe permite ver o próprio Javé ou Jeová. Daí o nome "ponto J".
Por que, então, "ponto G"?
A confusão aconteceu com a influência da maçonaria - que tem a letra "G" como um de seus emblemas - nos assuntos da Igreja, das artes, da política e da cultura.
"Dizer 'ponto G' é comum hoje em dia, mas é tão errado quanto chamar Jesus de Genésio" - completa, rindo, o professor.
Segundo Klint Thoris, o verdadeiro nome é "Ponto J", tese que pode ser sustentada por duas hipóteses prováveis.
A primeira tem origem no folclore do Zimbábue, e refere-se meramente ao movimento executado pelas mãos dos homens procurando a tal região: uma busca que parte do umbigo da mulher e desce - acompanhando a fisionomia - até terminar em uma curva, o que lembra o desenho de uma letra "J".
(Mas outra versão deste folclore diz que Quentilambi, o deus-criador zimbabuano, ao modelar a fisionomia feminina fez o mesmo movimento com as mãos e, no final - bem onde ele teria colocado o tal ponto - disse: "Jóia!"... ou "Já é!", dependendo do dialeto.)
A segunda tese - esta mais aceita entre os acadêmicos - diz tratar-se de uma referência hebraica antiga ao ponto que, quando tocado, leva a mulher ao mais próximo do paraíso - às vezes tão próximo, que lhe permite ver o próprio Javé ou Jeová. Daí o nome "ponto J".
Por que, então, "ponto G"?
A confusão aconteceu com a influência da maçonaria - que tem a letra "G" como um de seus emblemas - nos assuntos da Igreja, das artes, da política e da cultura.
"Dizer 'ponto G' é comum hoje em dia, mas é tão errado quanto chamar Jesus de Genésio" - completa, rindo, o professor.
Ass.: O Analista
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Lei seca - Parte IV. - A LEI SECA ATINGE OS MAIS DESESPERADOS!!!!
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Biografia de sucesso!

Tudo começou com apenas 6 meses de idade, quando Matt Groening, em visita ao Brasil, foi conhecer de perto uma creche pública de meninos super-dotados (inteligentes eu quis dizer, ô mente suja). O garotinho monocelha se destacava dos demais coleguinhas e chamou atenção do criador do desenho Os Simpsons, nessa época "Ju" mal sabia andar mas já estreava como figurante em um dos maiores desenhos de todos os tempos. Começava aí uma trajetória de sucesso que o acompanharia por toda sua vida.

Vasculhando arquivos pessoais, conseguimos digitalizar poucos registros de sua adolescência, como essa foto aí ao lado, quando fez o teste na Rede Globo para participar de Malhação, tornando-se um dos protagonistas de maior sucesso de todos os tempos. Um galã nato. Nessa época começou a juntar dinheiro para seu primeiro carro, um gordini verde. Após 3 anos de Malhação, foi promovido a figurante da novela das 6, fazendo mais sucesso que o protagonista Tony Ramos que, indignado com tamanha exposição na mídia, pediu a diretoria da rede globo a expulsão do rapaz do elenco. Decepcionado, procurou emprego como ator nas novelas Mexicanas do SBT, mas por causa do portunhol meia boca, não conseguiu a vaga.

A depressão tomou conta do menino, que resolveu entrar na faculdade de psicologia para entender porque as pessoas eram tão cruéis, aproveitou - como ninguem (n)a faculdade - e nessa época , começou a pensar na possibilidade de voltar à mídia em grande estilo. Batalhador e sonhador, resolveu por em prática o sonho de virar astronauta. Pegou o primeiro navio para a Russia e com seu CV embaixo do braço, procurou a agencia russa espacial na cara e na coragem. Nessa época ele voltou à ser manchete mundial sendo o primeiro brasileiro a dar uma volta na órbita da terra, junto com a cadela Laica. Dizem as más linguas que foi, também, a primeira relação sexual feita no espaço.
Após o retorno e de virar celebridade mundial, voltou a carreira de ator e chegou a ser protagonista da novela "A próxima vítima", mas infelizmente o seu tempo na TV estava se esgotando. As gravações de domingo a domingo estavam deixando o rapaz de cabelo em pé e, meses depois, não aguentou o tranco e logo pediu demissão para o desapontamento das fãs de todo o Brasil. Acabou fazendo alguns comerciais para empresas de ração e brinquedos para cachorros, aproveitando ainda a fama do primeiro vôo espacial e, aos 35 anos, já com o burro na sombra, semi-aposentado e com a conta bancária recheada, resolveu largar a vida pública para abrir um bar anos 50, onde ministra aulas de dança para os clientes de todas as idades.Moral da história : O mais legal mesmo é dançar.
ass. O Corretor
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Identidade secreta revelada! Aqui a gente mata a cobra e mostra o pau!
E com vocês, SUUUUUUUUUUUPER POPPI !Para quem já ouviu essa frase da boca do ex-menudo Seedão, aqui está a prova de que é a mais pura verdade. Disfarçado de baterista, e as vezes de amarelinho do the clock, agora tem sua identidade secreta revelada por este Blog. Portanto, caso veja ele vestindo cueca por cima da calça não se assuste ! Com certeza ele estava cumprindo o seu dever de salvar pessoas inocentes e gatinhos em cima de árvores.
Com sua super-audição, dispensa o retorno de palco e, além disso, é o único que toca abaixo dos 100db, exceto quando batuca na parede. Prova de sua super-força pode ser vista pelas marcas deixadas por sua baqueta na parede rosa do The Clock.
Algumas pessoas relataram que viram ele voando em cima de um rodo assim que um copo foi quebrado na pista. É isso aí Super Poppi, passa o rodo pra galera e continua apavorando na batera! Um dia eu bato como você.
Ass. O Corretor
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